quarta-feira, 9 de julho de 2008

PAPITO


Comecei a fazer jornalismo em 2007. E a primeira pessoa que entrevistei na vida foi o cantor, ator e a figura fantásitca do Supla. Vou confesar que tremia muito. Pôxa! Afinal o cara é uma personalidade, pelo menos eu acho. Foi muito legal.Tinha acabado de passar o som e me recebeu. Diferente do que parece ele é muito tímido. Essa minha primeira entrevista foi para um trabalho de rádio da faculdade.

Eduardo Smith de Vasconcelos
Suplicy, conhecido como Supla. Filho de Marta e Eduardo Suplicy. Nasceu em 2 de abril de 1966. Começou sua carreira aos 11 anos, quando montou sua primeira bateria com latas e panelas. É conhecido por sua personalidade marcante e irreverente. Foi vocalista de várias bandas: Metrópolis,Tókio entre outras. Participou do Hollywood Rock e Rock in Rio 2 e 3.
Na televisão fez Sexy Apple, Um Anjo Caiu do Céu. E no cinema: Rock Estrela, Uma Escola Atrapalhada e Poeta da Vila.
Em 2001, participou da Casa dos Artistas, no SBT.
Supla me revelou quais são as principais influência que teve em sua formação musical.

SUPLA: A minha bisavó era cantora de ópera, talvez venha daí. Mas, na verdade eu que fui atrás da música. Quando morei nos EUA, que eu tinha 1 ano de idade e morei até os 10 anos, na minha casa tinha muito disco de música brasileira. Meus pais queriam que eu tivesse a cultura brasileira. Eu escutava muito rádio também. James Taylor, Joplim, Beatles e Rollins Stones. Vem daí a minha grande coisa com a música, mesmo.

MDM: Você é o Supla 24 horas por dia?

SUPLA: Sou assim o Supla 24 horas por dia. 25 vai.

MDM: Como foi a experiência de ter feito Mário Lago no cinema, no filme Poeta da Vila?

SUPLA: É uma grande satisfação ter feito Mário Lago. Eu gostei muito de ter feito. Por que não era o Supla mesmo. Esse ator que eu vivo 25 horas por dia. Eu era o Mário Lago. Pintei meu cabelo de preto. Alisei ele prá tráz. Ficou muito bacana, meu. Eu gostei muito da experiência. Fiz o teste com mais 20 outros atores e ganhei o teste. Foi legal.

MDM: E a Casa dos Artistas? Foi uma experiência positiva?

SUPLA: Sim. Foi uma coisa muito boa a Casa dos Artistas para mim, porque realmente as pessoas puderam ver como eu e que tipo de pessoa que eu era. Não só um garoto que muitas pessoas achavam que eu era meio “punk”, bravo, sei lá o que. E mostrou o lado o lado que tenho respeito com a mulher, com o outro, né. E eu acho que como no Brasil não tinha gente de cabelo branco cantando e fazendo gestos, coisa e tal, era uma coisa que parecia agredir. É só um teatro.

MDM: E seu último CD?

SUPLA: Meu último disco se chama VICIUS. Então, estamos gravando o novo clip que se chama Pensamento. Tem dois clips: Eu só quero comer você e Arrasa Bicha, que é mais louca ainda. Que vai dar muito controversia e agora tem uma música que se chama Pensamentos. Que é bem bacana e que teu lado todo social

terça-feira, 10 de junho de 2008

INFECÇÃO BUCAL PODE CAUSAR OUTRAS DOENÇAS


Médicos entrevistados alertam que uma simples cárie pode agravar problemas como lesão muscular e até mesmo diabetes. Jornal do Ônibus entrevistou o jogador Marcelinho Carioca, que teve infecção em 2003


Uma simples infecção bucal – como a cárie – pode desequilibrar o organismo das pessoas e prejudicar a recuperação de outras doenças ou problemas de saúde.
Quem faz o alerta é o médico esportista João Haroldo Pontim Barbosa, que exemplifica: a mesma cárie pode agravar problemas como o de uma lesão muscular ou até mesmo o de um diabetes.

Segundo ele, isso acontece porque a corrente sanguínea leva para o corpo todo tipo de infecção. Se a boca não estiver sadia, o restante também não estará. Esses casos são mais percebidos em atletas porque estes fazem exercícios constantes.
Pessoas que têm problemas com sua resistência física e se sentem sempre cansadas e desanimadas, não imaginam que dentro da boca pode estar a solução. Ao tratar a infecção bucal o condicionamento volta ao normal. “O foco infeccioso desequilibra o organismo”, afirma Barbosa.

Verificar a boca do paciente quando for consultado por um médico é uma prática recorrente. “Eu considero uma obrigação olhar a boca do paciente”, comenta. Diagnosticado o problema, a pessoa é encaminhada para um especialista. “Na minha opinião, o sistema de saúde é muito integrado”, acrescenta Barbosa.

O dentista Helton Pimenta Júnior concorda com o médico esportista. “Muitas pessoas nem desconfiam que problemas com a saúde geral tem seu foco localizado na cavidade bucal”, comenta Helton. “Esse problema é mais comum do que se imagina”, acrescenta.
O caso do jogador de futebol Marcelino Carioca (ex-Corinthians e atualmente no Santo André) é notório na literatura médica. Ele ficou duas semanas, em 2003, sem atuar devido a uma lesão na coxa esquerda. Na ocasião, ele defendia o Vasco da Gama.

Em entrevista por e-mail ao Jornal do Ônibus, ele contou que só curou a contusão após resolver o problema bucal. Se não tivesse recebido tratamento odontológico, diz ele, a previsão de volta aos campos era de três semanas. “Acelerei o tratamento do canal e rapidamente me recuperei”, disse.
A prevenção ainda é a melhor maneira de evitar doenças indesejáveis. “A saúde começa pela boca! Visite seu dentista regularmente”, indica Pimenta.

quinta-feira, 27 de março de 2008

HUGO HOYAMA


A primeira vez que ví Hugo Hoyama foi em 2003 (são 3 até hoje). A foto não dá para negar, né? E como se diz "A primeira impressão é a que fica." E a minha foi a melhor possível. O cara é f...era. Bom mesmo. Simpatia é a palavra que tenho para classificá-lo.
Quem tiver a oportunidade de vê-lo jogar não se arrepende.
Vejam que entrevista mais gostosa que ele me deu....
Eu: Como começou sua paixão pelo tênis de mesa?

HH: Começou muito cedo, desde os 7 anos de idade já me interessei
Pelo esporte, e desde o começo percebi que queria muito me
Tornar um grande atleta, pois junto comigo estavam treinando
Os melhores jogadores do Brasil da época, e estava no lugar certo
Para isso.
EU: Com quantos anos ganhou o seu primeiro título e qual foi?
HH: Meu primeiro título foi num torneio da escola japonesa que estudava
Em São Bernardo, minha cidade natal, e a partir dali realmente coloquei
Na minha cabeça que escolheria esse esporte para me dedicar e ser um jogador de Seleção Brasileira...

EU: Quantas hora treina por dia e como é seu treino?

HH: Eu treino em média de 5 horas na mesa, e mais 1 ou 2 horas de preparo físico. Em 1985 fez um estágio no Japão. Como foi essa experiência?
Foi a partir desse estágio que eu consegui atingir um nível para poder enfrentar os melhores do mundo. Foi uma experiência importante não só na parte técnica, mas também na parte da vivência, pois lá tinha que fazer tudo, cozinhar, lavar, passar, fazer compras...

EU: O que mais sentiu falta do Brasil nesse período que esteve no Japão?

HH: Da companhia dos meus familiares, amigos, pois foi a 1ª vez que fiquei longe deles.

EU: Você é canhoto. Isso atrapalha ou ajuda?

HH: Os 2....rs, atrapalha o adversário, me ajuda, mas também me atrapalha, pois eu não gosto de jogar contra canhoteiros, as bolas t~em o efeito contrário, curvas, complicado!!!!
EU: Apesar de ter vários títulos, ainda sente dificuldades de patrocínio?

HH: Felizmente até hoje consegui bons patrocinadores, mas tive épocas também que corri muito atrás deles.
EU: Qual o título mais emocionante que ganhou?

HH: Foi o do Pan de Havana, em 91, na final contra o Claudio Kano. Ele era super favorito, mas eu sabia que tinha condições de vencê-lo, mas foi uma partida muito disputada, e felizmente consegui o título.
EU: Você viaja pelo país todo. Com sua vida corrida entre treinos, campeonatos, apresentações como fica a família?
HH: É complicado, mas todos sabem que é meu trabalho, todos me dão apoio, e como ainda estou solteiro, nessa parte é menos complicado, “ainda”.....rs.

EU: Esse ano comemora-se 100 anos de imigração japonesa no Brasil. Você e sua família tem alguma tradição? Seguem algum ritual?

HH: Não, realmente é importante essa comemoração, pois pra mim esse intercâmbio me ajudou muito para conquistar tudo o que tenho até hoje. Mas não temos nenhum ritual, eu no possível estou participando dos eventos.

EU: Como vive Hugo Hoyama fora das quadras? Qual a sua diversão? O seu cotidiano? Gosta de ler? O que?

HH: Fora das quadras, gosto muito de encontrar com meus amigos, sair com eles, ir ao cinema, não gosto muito de ler, gosto de ficar na internet, vendo resultados, notícias, de tudo.

EU: Seus avós vieram do Japão, existe alguma história inusitada que eles te contaram?
HH: Eles vieram para cá na década de 40, e eles se conheceram aqui, e para se encontrarem, meu avô tinha que pedalar por 3,4 horas até chegar na casa da minha avó. E ele fazia isso 2 vezes por semana.
Vejam os títulos que ele já ganhou...
Título de campeão paulista adulto / 2006Título de campeão mundial de equipes da 2ª divisão / 2004
JOGOS OLÍMPICOS
9° Lugar / 1996 - Atlanta (Vitória sobre o campeão mundial Jorgen Persson - Suécia)
JOGOS PAN-AMERICANOS
Campeão individual em 1991 e 1995 Campeão de duplas em 1991, 1995 e 2003 Campeão por equipes em 1987, 1991, 1995 e 2007 Medalha de prata de duplas em 1987 Medalha de bronze nas duplas msitas em 1995 Medalha de bronze por equipes em 1999 Medalha de bronze individual em 2003 Medalha de bronze individual em 2007 Recordista brasileiro de medalhas de ouro, sendo 9 no total
CAMPEONATO LATINO AMERICANO
Hexa-campeão ( 88/92/94/96/2000/2002 ) LIGA
BELGAVice-campeão por equipes ( temporada 92/93 e 93/94 )Obs: 3 vitórias sobre o campeão europeu Jean Michel Saive-belga.
COPA DO MUNDO13° Lugar em 1996Obs: Vitória sobre o campeão mundial de 1995 Kong Lin Hui (China)
TORNEIOS ABERTOS5° . lugar - Japão (1996), Polônia (1993) , China (1996)3° . lugar - Brasil (1992 , 1995)2° . lugar - Brasil (1993)5º . colocado em 2000 e 2001 no Brasil.
CAMPEONATOS SUL-AMERICANOSCampeão nas categorias: infantil (1983), juvenil(1987)Bi-campeão adulto (98/ 2000)
PRINCIPAIS RESULTADOS NACIONAIS
Campeonato PaulistaCampeão nas categorias Mirim (1980), Infantil (1982/83), Juvenil (1984), Adulto 1ª Divisão (1989/91/92/94/95/2006)
Campeonato BrasileiroCampeão nas categorias Infantil (1980) , Juvenil (1982) , Adulto (92, 93, 95, 97, 99, 2002, 2006)

OS BENEFÍCIOS DO USO DO PROTETOR SOLAR


Você costuma usar protetor solar diariamente? Ou apenas quando vai ao clube ou praia?
O Brasil está localizado entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, com isso, a intensidade dos raios solares que recebemos é muito forte, classificando o país como um dos mais ensolarados do mundo.
A população brasileira não tem o hábito de utilizar bloqueadores solares na proteção contra o sol. Não se protegendo adequadamente, ficam expostas à várias doenças, a mais grave delas é o câncer de pele.


A preocupação dos cientistas é o acumulo de poluentes jogados na atmosfera terrestre. Esse acumulo pode danificar a camada de ozônio, que filtra e controla a quantidade de raios solares que chegam a terra. "Se não houvesse essa camada não suportaríamos o sol diariamente", disse Renato Zorzenon, agrometereologista. "E ao contrário que a gente pensa, o sol pode causar câncer de pele em pessoas que não tem a doença na família", acrescentou Renato.


Usar o protetor solar diariamente pode diminuir até 80% a incidência de raios solares na pele. Não tem contra indicação e é recomendado a partir dos 6 meses de idade. "O sol altera o DNA da célula da pele e tem o efeito acumulativo ao longo dos anos. Com o passar da idade e com o tempo as células começam a se desestruturar, é onde aparece os tumores de pele", afirmou Renata Cristina Zucoloto Mouro Chain, dermatologista.


É necessário tomar sol pois, os raios solares fornecem vitaminas, contribuem contra o raquitismo e ajuda no desenvolvimento e crescimento da pessoa. Porém, não de deve exagerar. O melhor horário para ficar exposto é até às 9h e após às 16h.

COMER CHOCOLATE. VOCÊ PODE?


Você já pensou não poder comer uma fatia de pizza? Um delicioso sorvete de chocolate? Ou então um pedaço de bolo? É isso que acontece com as pessoas que tem alergia e intolerância a lactose.
Esses problemas ocorrem em certa de 25% da população brasileira. Atinge desde crianças até adultos e não tem cura, apenas prevenção.


A intolerância a lactose é a incapacidade de digerir a lactase, enzima que possibilita decompor o açúcar do leite. Existem três tipos de intolerância: deficiência congênita da enzima (um defeito genérico muito raro onde a criança nasce sem a capacidade de produzir lactase); diminuição enzimática secundária a doenças intestinais (é bastante comum em crianças no primeiro ano de vida e ocorre a diarréias insistentes que causam a morte de células da mucosa intestinal) e, deficiência primária ou ontogenética (é o mais comum na população, com o avanço da idade é natural diminuir a produção de lactase).


Os sintomas da intolerância são náuseas, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto. “Um sofrimento total, por que sempre bebi muito leite e comi seus derivados e quase todos os alimentos vão leite”, disse Déborah Nahime (bióloga), que descobriu a intolerância aos 35 anos.


A alergia a lactose é relacionada diretamente ao leite, diferente da intolerância que é a incapacidade de digerir o açúcar encontrado no leite. Nas proteínas do leite existem 30 componentes alérgicos, o que ocorre na alergia é a produção de quantidades de imunoglobulinas que são proteínas que tem a função de anticorpos contra os agentes alérgicos. Os sintomas são diversos, entre ele encontramos cólicas, vômitos, diarréias, irritabilidade, perda de sono, urticária, vermelhidão, coceiras.


As pessoas que possuem essas anomalias tem muitas dificuldades em se adaptar. A maioria dos alimentos são a base de leite e são poucos produtos existes no mercado que não o possuem. Desde 2002, empresas alimentícias estão preocupadas com esse mercado consumidor e lançaram produtos sem lactose, foi o caso a Nestlé, Puryti, Solys.


As refeições em restaurantes também é um transtorno: “Os profissionais ainda não estão preparados para tais informações. Ex.: os garçons você pergunta se vai leite ou manteiga e eles respondem que não podem dar a receita”, comenta Maria de Fátima C. Pedrazzi (pedagoga).


Na cidade de Ribeirão Preto não existe um especialista específico para essas doenças. Caso você tenha algum dos sintomas é preciso procurar um dermatologista, endocrinologista e alergista. Estes vão orientar a como melhor conviver com a ausência do leite.